história das bandas

Dimmu Borgir é uma das principais bandas de Symphonic Black Metal e Black metal melódico norueguês sendo conhecida pelos seus virtuosos arranjos de teclados, agressividade e qualidade.




Índice [esconder]

1 Biografia

2 Saída de Mustis e Vortex

3 Abrahadabra

4 Membros atuais

4.1 Ex-membros

5 Discografia e videografia

5.1 Álbuns completos

5.2 Ao vivo / outros

6 Shows no Brasil

7 Ligações externas



[editar] Biografia

Dimmu Borgir iniciou suas atividades em 1993 e foram formados por Shagrath, Silenoz e Tjodalv. A formação ficou completa quando Stian Aarstad assumiu os teclados e Brynjard Tristan no baixo.



No ano seguinte 1994, lançam Inn I Evighetens Mørke um EP tornando a banda conhecida por toda a Europa. No mesmo ano 1994, lançaram um segundo EP For All Tid e foi considerada uma das principais bandas de black metal norueguês.



Em 1996 lançaram o seu primeiro álbum de estúdio, Stormblåst. Nesse mesmo ano, a banda sofre uma mudança na sua formação saíndo Brynjard Tristan e entrando Nagash. É depois lançado o terceiro EP Devil's Path.



No ano seguinte lançaram Enthrone Darkness Triumphant sendo este álbum marcado por conter mais melodias, surgindo logo as críticas de a banda ter se vendido.



Ainda hoje, os mais puristas do black metal continuam a criticar a banda, apesar de esta manter sempre a agressividade.



No ano seguinte lançaram o Godless Savage Garden que não teve repercussão mundialmente e não foi muito aceito pelos fãs. No ano seguinte, com o lançamento do Spiritual Black Dimensions, o Dimmu Borgir conseguiu atingir um boa aceitação dos fãs.



Mas a fama veio à tona mesmo em 2001 com o lançamento do Puritanical Euphoric Misanthropia, que para muitos é o melhor álbum da banda com grande aceitação do público. Com esse lançamento a sua música expandia para o mundo inteiro. Logo depois do lançamento saíram em turnê mundial vindo pela primeira vez ao Brasil. Ainda com esse lançamento lançaram dois álbuns ao vivo que são o Alive in Torment e o World Misanthropy e também saiu o primeiro DVD oficial da banda com cenas ao vivo no Wacken Open Air 2001 e com cenas de bastidores e dos lugares passados na turnê.



Dois anos depois lançaram o Death Cult Armageddon que também foi um marco na história da banda, levando ela a se expandir mais ainda, pois esse foi também um dos seus melhores álbuns lançados até hoje, ganhando o primeiro lugar das paradas norueguesas com apenas uma semana de lançamento.



Mais dois anos se passaram e desta vez lançaram uma regravação do seu segundo álbum. Este álbum teve uma boa aceitação do público, destaque para Sorgens Kammer Dell II. Também foi na turnê deste álbum que eles tocaram no Ozzfest e show pode ser visto em uma edição especial do proprio disco.



Depois de uma grande turnê mundial e maior conhecimento do público e agora disparado na frente com o Cradle Of Filth como o novo Black Metal resolvem lançar um álbum conceitual e vem ao mundo o In Sorte Diaboli, lançamento muito bom que levou a banda a uma nova turnê mundial já passada pelo Wacken Open Air do ano passado e a turnê que estende até hoje que se espera até o meio do ano que vem. Com o lançamento do novo DVD intitulado como The Invaluable Darkness com data marcado para 2 outubro, fãs esperam ansiosamente por esse lançamento que pretende mostrar cenas ao vivo da tunê The Invaluable Darkness Tour pelo mundial e o show gravado no Wacken Open Air 2007 e clipes.



[editar] Saída de Mustis e Vortex

Em Agosto de 2009 Mustis colocou no ar a seguinte declaração:



"Atenção a todos os fãs do meu trabalho com o DIMMU BORGIR: sinto que eu tenho que começar minha nota dizendo que a dedicação de vocês e o interesse em meu trabalho musical com o Dimmu Borgir têm sido muito apreciada por mim por muitos, muitos anos, e vocês têm me motivado a continuar com os trabalhos cada dia mais.



Estou informando a vocês que não estou mais associado à banda e deixei o grupo. Minha saída não foi totalmente da minha própria vontade, e senti que essa mudança era algo iminente para meu futuro. Meu tempo foi gasto vendo o fato de que muitas das músicas escritas por mim não haviam sido registradas propriamente com meu nome nos créditos. Apesar de o meu nome não aparecer em cada música, vamos dizer que uma grande parte dos álbuns como 'Puritanical Euphoric Misanthropia' e 'In Sorte Diaboli' seriam bastante diferentes se eu não tivesse composto e criado o quanto criei. Infelizmente, baseado nas falhas terríveis no processo de comunicação e na falta de raciocínio lógico do porquê isso tinha sido feito desta forma, me encontrei batendo de parede em parede ao invés de encontrar uma solução profissional e razoável para o problema. Meus inquéritos e investigações sobre as questões que eu queria resolver fizeram com que no final eu fosse demitido do grupo. Sem discussões sobre isto, apenas 'adeus' (em uma mensagem de texto).



Em nota no site oficial a banda deu a seguinte declaração:



"Lamentamos informar que nos separamos de Vortex (baixo e vocais limpos) e Mustis (teclados). No entanto queremos deixar perfeitamente claro que a força criativa da banda está intacta, talvez ainda mais do que nunca. Com isso dito, estamos atualmente trabalhando no próximo álbum, e estamos ansiosos para iniciar um novo capítulo no legado que é o DIMMU BORGIR."



Fonte:Blabbermouth(Em Inglês)



Whiplash.net (em português)

Vortex escreveu o seguinte sobre sua saída da banda.



"Eu realmente apreciei o período; os anos com o Dimmu foram incríveis. Eu irei me concentrar agora totalmente em meu próprio projeto, e deixar aberta a possibilidade de ressucitar uma banda ou três.



Deixo um agradecimento especial a todas as pessoas loucas e amáveis que encontrei na estrada com o Dimmu ao longo dos anos, pelo apoio de muitos de vocês e contínuo interesse em meus projetos musicais. Eu sempre valorizarei os álbuns e amizade como eram antes da indústria da música e ganância terem colocado o METALLICA em nossos traseiros.



Meu apoio vai a Mustis (tecladista original do Dimmu Borgir; nome real: Øyvind Mustaparta], a verdadeira força criativa no Dimmu pelos últimos dez anos, e sua busca legal por seus direitos."



Após estas declarações a banda colocou no ar uma longa declaração sobre a saída dos membros ICS Vortex e Mustis.Declaração



[editar] Abrahadabra

Após o anúncio da saída dos ex-integrantes Mustis e ICS Vortex, a banda emitiu a seguinte declaração sobre o andamento de seu novo álbum, ainda sem título:



"Estamos mais do que meio caminho andado neste momento e dizer que nós estamos animados sobre este material seria um eufemismo! Haverá uma orquestra e um coro que ainda temos que escolher, mas a julgar por aquilo que temos até agora e que está a germinar, ele vai parecer absolutamente enorme e pesado, escuro e épico! Fonte:Whiplash.net



Em Janeiro de 2010 o guitarrista Silenoz disse à revista britânica Metal Hammer sobre o andamento das sessões de composição para o próximo álbum, o sucessor do "In Sorte Diaboli" de 2007:



"As palavras que vêm à mente, se devessemos ao menos tentar nos aventurar a descrever [o novo material] neste momento, seriam algo como: grande, enorme, épico e primordial," disse ele. "Ele tem essa estranha e assombrosa sensação embutida. Atmosfera e ambiente!" Ele continuou: "É difícil dizer alguma coisa distinta ou falar objetivamente sobre o novo material quando você está no meio do processo de gravação - nós estamos muito próximos a tudo, nesta fase -, mas estaria mentindo se disséssemos que ele não é bom. Estamos muito confiantes no novo material".



No que diz respeito ao motivo para a demora entre um trabalho e outro estar ficando cada vez maior, Silenoz disse: "Porque queremos que o próximo álbum seja melhor e mais forte. Estamos mais críticos de cada processo e tomamos o tempo que for necessário. Qualidade está, no final do dia, nos olhos de quem vê, mas quando começamos a apressar as coisas, tal como tentar escrever música enquanto estamos em turnê - esqueça isto. Nós tentamos isso antes e não funcionou. Focamos 110 por cento em uma coisa de cada vez. Além disso, se tivéssemos lançado um álbum a cada ano, onde estaria a expectativa? Onde estaria a emoção nisto tudo?" Fonte:Blabbermouth(Em Inglês)



[editar] Membros atuais

Current line-up

Shagrath (Stian Thoresen)

vocal (1995–atualmente)

Silenoz (Sven Atle Kopperud)

guitarra (1993–atualmente)

Galder (Tom Rune Andersen Orre)

guitarra (2000–atualmente)

Daray (Dariusz Brzozowski)

bateria/percussão (2009-atualmente)

[editar] Ex-membros

Jamie Stinson - guitarra (1997-1999)

Brynjard Tristan - baixo (1994-1996)

Stian Arnesen - baixo (1996-1999)

ICS Vortex - baixo, voz auxiliar (2000-2009)

Tjodalv - bateria (1993-1999)

Nicholas Barker - bateria (1999-2004)

Tony Laureano - bateria (2004-2005)

Reno Kiilerich - bateria (2004-2004)

Stian Aarstad - teclado (1993-1997)

Kimberly Goss - teclado (1997-1998)

Mustis - teclado (1998-2009)

Hellhammer (Jan Axel Blomberg) - bateria (2005-2007) Gravou o Stormblåst MMV e o In Sorte Diaboli além de participar de alguns Shows.

[editar] Discografia e videografia

[editar] Álbuns completos

Inn I Evighetens Mørke [EP] - (1994)

For All Tid - (1994) (Reis. 1997)

Stormblåst - (1996)

Devil's Path [EP] - (1996)

Enthrone Darkness Triumphant - (1997) (Reis. 2002)

Spiritual Black Dimensions - (1999)

True Kings of Norway - (2000)

Puritanical Euphoric Misanthropia - (2001)

Death Cult Armageddon - (2003)

Vredesbyrd Single - (2004)

Stormblåst MMV - (2005)

In Sorte Diaboli - (2007)

Abrahadabra - (2010)

[editar] Ao vivo / outros

Godless Savage Garden [Compilaçāo] - (1998)

Alive in Torment [Ao vivo] - (2001)

World Misanthropy [DVD/VHS] - (2002)

World Misanthropy [Ao vivo] - (2002)

Sons of Satan/Gather for the Attack [Split com Old Man's Child] - (2004)

Godless Savage Garden Deluxe Edition (2006)

Invaluable Darkness [2DVD+1CD] -(2009)

[editar] Shows no Brasil

Eles tocaram no Brasil pela primeira vez em 2004 na turnê do Death Cult Armagedonn e esperam ansiosos para voltarem a tocar aqui. Havia previsão de que eles tocariam aqui no Brasil no Wacken que seria realizado no primeiro semestre de 2009

Vader é uma banda de Death metal e Black metal da Polônia.




É umas das bandas que mais tem crescido nos últimos anos. A banda não disfarça suas raízes e influências, pois sempre em seus concertos tocam covers, geralmente Slayer.Também gravaram um álbum de covers, com canções como "Flag of Hate" (Kreator), "Total Disaster" (Destruction), "Freezing Moon" (Mayhem), dentre outras.



Índice [esconder]

1 Discografia

1.1 Álbuns de estúdio

1.2 Demos

1.3 EP

2 Ligações externas



[editar] Discografia

[editar] Álbuns de estúdio

The Darkest Age (1993)

The Ultimate Incantation (1993)

Sothis (1994)

De Profundis (1995)

Future of the Past (1996, somente covers)

Reborn in Chaos (1997)

Black to the Blind (1997)

Kingdom (1998)

Litany (2000)

Reign Forever World (2001)

Revelations (2002)

Blood (2003)

The Beast (2004)

Impressions in Blood (2006)

XXV (2008)

Necropolis (2009)

[editar] Demos

Necrolust (1989)

Morbid Reich (1990)

[editar] EP

Slayer é uma banda de thrash metal estado-unidense, fundada pelos guitarristas Jeff Hanneman e Kerry King, em 1981. Slayer ficou famoso como um dos líderes do movimento americano thrash metal com o lançamento de 1986, Reign in Blood, que foi chamado de "o álbum mais pesado de todos os tempos" pela revista Kerrang!. A banda é creditada como uma das "quatro grandes" bandas de thrash metal, juntamente com Anthrax, Megadeth e Metallica.[1]




O Slayer é conhecida pelas suas características musicais, envolvendo rápido tremolo picking, solos de guitarra, bateria com bumbo duplo, e vocais gritados. As letras da banda e arte dos álbuns—que abrangem temas como a morte, genocídio, necrofilia, loucura, religião, serial killers, e guerra—têm gerado atrasos, proibições, ações judiciais e fortes críticas por parte de grupos religiosos e ao público em geral.



Desde a sua gravação de estreia em 1983, a banda lançou dois álbuns ao vivo, um box set, três DVDs, um VHS, dois EP, e dez álbuns, quatro dos quais já receberam certificação de ouro nos Estados Unidos. A banda já recebeu três indicações para o Grammy, vencedo em 2007 com a canção "Eyes of the Insane", e em 2008 com a canção "Final Six". Eles têm participado de festivais em todo o mundo, incluindo Ozzfest e The Unholy Alliance.



Índice [esconder]

1 História

1.1 Primórdios (1981–1982)

1.2 Show No Mercy (1983–1984)

1.3 Hell Awaits (1985–1986)

1.4 Reign in Blood (1986–1987)

1.5 South of Heaven (1988–1989)

1.6 Seasons in the Abyss (1990–1993)

1.7 Divine Intervention (1994–1995)

1.8 Undisputed Attitude (1996–1997)

1.9 Diabolus in Musica (1998–2000)

1.10 God Hates Us All (2001–2005)

1.11 Christ Illusion (2006-2008)

1.12 World Painted Blood (2009-atualmente)

2 Membros

2.1 Formação atual

2.2 Ex-membros

2.3 Cronologia

3 Discografia

4 Notas e Referências

5 Ligações externas



[editar] História

[editar] Primórdios (1981–1982)

O Slayer foi formado em 1981, quando o guitarrista Kerry King encontrou Jeff Hanneman enquanto fazia audição para uma banda.[2] Os dois recrutaram o baixista e vocalista Tom Araya, que havia tocado com King anteriormente em outra banda. O baterista Dave Lombardo foi recrutado quando ele conheceu King entregando uma pizza.[3] A banda tocou versões cover do Iron Maiden e do Judas Priest canções em clubes e festas no sul da Califórnia. Anteriormente shows basearam-se em uma imagem satânica, que incluía pentagramas, maquiagem, spikes e cruzes invertidas.[4] Existe um rumor que a banda era originalmente conhecida como Dragonslayer, por um filme de mesmo nome de 1981. No entanto, quando King foi perguntado "Como você pode usar o nome Dragonslayer?" King teria respondido "Nós nunca usamos este nome, é um mito daquela época."[5]



A banda foi convidada para abrir o show da banda Bitch, no Woodstock Club, em Los Angeles, tocando oito músicas — sendo seis covers. Enquanto tocava "Phantom of the Opera", do Iron Maiden a banda foi vista por Brian Slagel, um antigo jornalista musical que havia recentemente fundado a Metal Blade Records. Impressionado com o desempenho do Slayer, Slagel reuniu-se com a banda no backstage, e pediu-lhes para gravar uma canção original, "Aggressive Perfector" para a sua próxima compilação, Metal Massacre III. A banda aceitou a proposta, e criou a canção, o que levou Slagel a oferecer para banda um contrato de gravação com a Metal Blade.[6]



[editar] Show No Mercy (1983–1984)

Sem um orçamento para gravação, a banda foi obrigada à auto-financiar o seu álbum de estréia. Combinando a poupança de Araya, que trabalhava como terapeuta respiratório, e dinheiro emprestado pelo pai de King,[7] a banda entrou no estúdio em Novembro de 1983. O álbum foi apressado para ser lançado, três semanas após que as faixas foram concluídas. Show No Mercy, foi lançado em Dezembro de 1983 pela Metal Blade Records, gerando uma grande popularidade no cena underground para banda, e começaram a sua primeira turnê nacional de clube em 1984 para promover o álbum viajando na Camaro de Araya rebocando um trailer U-Haul.[7]A turnê deu mais popularidade à banda; vendas de Show No Mercy atingiram mais de 20,000 nos Estados Unidos e outras 20,000 mundialmente.



Em Agosto de 1984, Slayer lançou um EP com três canções intitulado Haunting the Chapel. O EP caracteriza um ambiente obscuro, e mais orientado para o estilo thrash que o seu antecessor, formando as bases para a futura direção musical da banda. A faixa de abertura, "Chemical Warfare", tornou-se um clássico ao vivo, tocado em quase todos os shows desde 1984. Após o lançamento de Haunting the Chapel, Slayer estreou ao vivo em um show na Europa no Heavy Sounds Festival na Bélgica abrindo para UFO, retornando para os EUA para iniciar a turnê Haunting the West Coast Tour.



Após a turnê, King temporariamente deixou o Slayer para se juntar ao Megadeth, a nova banda de Dave Mustaine. Hanneman estava preocupado com a decisão de King, afirmando em uma entrevista "Eu acho que nós estamos indo obter um novo guitarrista."[7]Apesar de Mustaine ter procurado King para que ele fosse um membro permanente, King retornou para o Slayer após cinco shows, afirmando que o Megadeth estava "tomando muito do meu tempo."[7]A separação provocou uma desavença entre King e Mustaine, que evoluiu para uma longa disputa entre as duas bandas. Após o retorno de King, a banda embarcou na turnê 1984 Combat Tour, com Venom e Exodus, em Novembro lançou o álbum ao vivo Live Undead.



[editar] Hell Awaits (1985–1986)

Slayer lançou o seu primeiro home video ao vivo em 1985, apelidado de Combat Tour: The Ultimate Revenge. O vídeo contém uma apresentação ao vivo filmada no clube Studio 54, em Nova Iorque, em 1984 na turnê da banda com Venom e Exodus. No início de 1985, Show No Mercy tinha vendido mais de 40,000 copias, o que levou a banda a retornar ao estúdio para gravar um segundo álbum de estúdio. Metal Blade financiou o orçamento da gravação, o que possibilitou a banda contratar o produtor Ron Fair.[7]



Lançado em Setembro de 1985, o segundo álbum de estúdio do Slayer, Hell Awaits, expandiu-se na obscuridade de Haunting the Chapel, com o Inferno e Satanás como temas comuns nas suas canções. O álbum foi o mais progressivo da banda até então, apresentando canções longas e com estruturas mais complexas.[7]A introdução é a gravação do som de uma voz demoníaca repetindo "Junte-se a nós", terminando com "Bem-vindo Novamente" antes de a faixa começar.



[editar] Reign in Blood (1986–1987)

Seguindo o sucesso de Hell Awaits, foi oferecido ao Slayer um contrato de gravação com Russell Simmons e Rick Rubin, da recém-fundada Def Jam Recordings, uma gravadora dedicada especialmente ao rap.[7]A banda aceitou, e com um experiente produtor e grande orçamento para gravação, o banda sofreu uma reformulação sônica, resultando em curtas, rápidas canções com produção mais limpa. Foram embora os arranjos complexos e músicas longas apresentados em Hell Awaits, suprimido em favor de um som despojado, influenciado pelo hardcore na estrutura das canções.[7]



A distribuidora da Def Jam, Columbia Records, se recusou a lançar o álbum Reign in Blood, devido a sua arte gráfica e temas líricos.[7]Por exemplo, "Angel of Death" detalha os campos de concentração do Holocausto e as experiências humanas conduzidas pelo médico nazista Josef Mengele. O álbum foi distribuído pela Geffen Records em 7 de Outubro de 1986. No entanto, devido à controvérsia, Reign in Blood não apareceu no calendário de lançamentos da empresa.[7]Embora o álbum praticamente não tenha tocado freqüentemente em nenhuma rádio, tornou-se o primeiro da banda a entrar na Billboard 200, estreando no número 94, e foi o primeiro álbum da banda certificado como disco de ouro nos Estados Unidos.



Em Outubro de 1986, o Slayer embarcou na turnê mundial Reign in Pain, com a banda Overkill nos EUA, e Malice na Europa. A banda foi adicionada como a abertura na turnê do W.A.S.P., nos EUA, mas em apenas um mês, o baterista Lombardo deixou a banda: "Eu não estava fazendo nenhum dinheiro. Eu figurava se estivéssemos fazendo isso vai ser profissionalmente, com um grande rótulo, Eu quero minha utilidade pública e renda paga."[7]Para continuar com a turnê, o Slayer recorreu Tony Scaglione, do Whiplash. No entanto, a esposa de Dave Lombardo o convenceu para retornar em 1987.[7]Por insistência de Rubin, o Slayer gravou uma versão cover do Iron Butterfly, "In-A-Gadda-Da-Vida" para o filme Less Than Zero.[7]Embora a banda não ficasse feliz com o produto final, Hanneman entendeu que foi "uma má representação do Slayer" e King rotulou como "a hunk of shit", foi uma de suas primeiras canções a tocar freqüentemente nas rádios.[7]



[editar] South of Heaven (1988–1989)

O Slayer retornou ao estúdio para gravar o seu quarto álbum. Ao invés da velocidade de Reign in Blood, a banda decidiu conscientemente em abrandar os andamentos, e de incorporar um canto mais melódico. Hanneman afirmava; "Sabíamos que não poderíamos ser superiores Reign in Blood, de modo que tivemos de abrandar. Sabíamos o que fizemos iria ser comparado aquele álbum, e recordo-me de que realmente nós discutimos sobre abrandar. Isso foi estranho—nós nunca tínhamos feito em um álbum, antes ou desde."[7]



Lançado em 1988, South of Heaven recebeu um mixo de respostas de ambos os fãs e críticos, embora tenha sido na época o álbum do Slayer mais bem sucedido comercialmente, estreando no número 57 na Billboard 200, e o segundo álbum a receber certificação como disco de ouro nos Estados Unidos. A resposta da imprensa ao álbum foi mista, com o Allmusic citando o álbum como "inquietante e poderoso", e a revista Rolling Stone chamando-o de "verdadeira diretriz ofensiva satânica". King diz "aquele álbum foi o meu desempenho mais apagado", apesar de Araya lhe chamado um "late bloomer" que eventualmente cresceu em pessoas.[7]



[editar] Seasons in the Abyss (1990–1993)

O Slayer retornou ao estúdio com o co-produtor Andy Wallace em 1989, para gravar seu quinto álbum. Seguindo a folga criada pelo South of Heaven, a banda retornou para a "velocidade triturante de Reign in Blood", embora mantendo um novo sentido melódico. Seasons in the Abyss, lançado em outubro de 1990, foi o primeiro álbum do Slayer a ser lançado sob a nova gravadora de Rubin, a Def American, já que ele havia encerrado a sociedade com o proprietário da Def Jam, Russell Simmons, alegando diferenças criativas. O álbum estreou em # 44 no Billboard 200, e foi certificado como disco de ouro em 1992. A faixa título foi o segundo videoclipe do Slayer, filmado em frente às Pirâmides de Gizé, no Egito.



O Slayer retornou com uma apresentação ao vivo em setembro de 1990 para co-liderar a turnê européia Clash of the Titans, com Megadeth, Suicidal Tendencies, e Testament. Com a popularidade do thrash americano em seu apogeu, a turnê foi prorrogado para os Estados Unidos para início de maio em 1991, com Megadeth, Anthrax e, como banda de abertura, Alice in Chains. A banda lançou um álbum ao vivo duplo, Decade of Aggression, em 1991, para celebrar dez anos. A compilação estreou em 55º lugar no Billboard 200.



Em maio de 1992, Dave Lombardo saiu da banda devido a conflitos com outros membros, bem como argumentos ao longo do seu desejo de trazer a sua mulher na turnê. Lombardo formou a sua própria banda, Grip Inc, com o guitarrista do Voodoocult, Waldemar Sorychta, e o Slayer recrutou o ex-baterista do Forbidden, Paul Bostaph, para preencher o seu lugar. O Slayer fez sua apresentação de estréia com Bostaph em 1992, no festival Monsters of Rock, no Castelo de Donington. A primeira gravação em estúdio com Bostaph foi um medley de três canções do Exploited, "War", "UK '82", e "Disorder", com o rapper Ice-T, para a trilha sonora do filme Judgment Night em 1993.



[editar] Divine Intervention (1994–1995)

Em 1994, o Slayer lançou Divine Intervention, o primeiro registro da banda com o baterista Bostaph. A gravação passou a ser nesse momento a classificação mais alta de um disco da banda, estreando em 8º lugar na Billboard 200. O álbum incluiu canções sobre Reinhard Heydrich, um dos "arquitetos "do Holocausto, e Jeffrey Dahmer, famoso serial killer canibal - "213" foi o número de seu apartamento, onde ele assassinou, violentou, e torturou e dezessete vítimas. Outros temas incluem homicídio, os males da igreja, e os métodos que o governo utiliza para exercem o poder, o interesse de Tom Araya em serial killers inspirou grande parte do conteúdo lírico.



Slayer encaminhou-se para uma turnê mundial em 1995, com Biohazard e Machine Head como suas bandas de abertura. Um vídeo de filmagens ao vivo, Live Intrusion, foi lançado, com uma cover do Venom, "Witching Hour" (em parceria com o Machine Head). As relações entre as bandasm desde então, teriam se deteriorado pessimamente. Após a turnê, o Slayer tocou no festival Monsters of Rock de 1995, estrelado pelo Metallica.



[editar] Undisputed Attitude (1996–1997)

Em 1996, Undisputed Attitude, um álbum de covers Hardcore/Crossover thrash, foi lançado. A banda tocou covers de canções de bandas como Minor Threat, TSOL, DRI, DI, Verbal Abuse, Dr. Know e The Stooges. O álbum apresentou três faixas originais, "Gemini", "Can’t Stand You", "Ddamm"; as duas últimas foram escritos por Hanneman em 1984-1985 para um projeto paralelo intitulado Pap Smear. Bostaph deixou o Slayer pouco tempo depois do lançamento do álbum para trabalhar em seu próprio projeto, The Truth About Seafood. Com a partida de Bostaph, Slayer recrutou o baterista Jon Dette, do Testament, e paralelamente liderou a Ozzfest de 1996, com Ozzy Osbourne, Danzig, Biohazard, Sepultura, e Fear Factory. Dette foi despedido depois de um ano, devido a um conflito com os membros da banda; Bostaph retornou para continuar a turnê.



Uma ação judicial foi movida contra a banda em 1996, pelos pais de uma garota chamada Elyse Pahler, que acusou a banda de incentivar a sua filha através de suas letras sobre assassinos. Elyse foi drogada, estrangulada, apunhalada, espezinhada, e violentada como um "sacrifício para o diabo" por três fãs da banda. O caso foi chegou ao tribunal em 19 de maio de 2000, declarando que Slayer e negócios relacionados com mercados estavam distribuindo produtos nocivos para adolescentes, incentivando através de suas letras sobre atos violentos, e "nenhum vicioso dos crimes cometidos contra Elyse Marie Pahler teria ocorrido sem a intencional estratégia de marketing a morte de banda de metal Slayer." A ação foi julgada improcedente em 2001, por várias razões, incluindo "princípios da liberdade de expressão, falta de um dever e falta de previsibilidade." Um segundo processo foi apresentado pelos pais, uma queixa alterada por perdas e danos contra o Slayer, sua gravadora, e outras indústrias e entidades de gravação. A ação foi julgada improcedente; juiz Jeffrey E. Burke afirmou: "Eu não considero a música do Slayer obscena, indecente ou prejudicial aos menores."



[editar] Diabolus in Musica (1998–2000)

Diabolus in Música (latim: "O Diabo na Música") foi lançado em 1998, e estreou em 31º lugar no Billboard 200, vendendo mais de 46.000 copias. O álbum recebeu críticas mistas e foi criticado por adotar características da música nu-metal, como as guitarra em baixa sintonia, estruturas de acorde tenebrosos. O jornalista Borijov Krgin, do site Blabbermouth.net, descreveu o álbum como "uma fraca tentativa de incorporar elementos atualizados para o som do grupo, o que elevou a presença dos esforços da banda e ofereceu pouco, esperava que eles poderiam abster-se de seu interminavelmente material para a sua futura produção.", enquanto Ben Ratliff, do New York Times, escreveu que "oito das 11 músicas em Diabolus in Musica, algumas das quais foram tocadas no show, estão na mesma cinza. " No entanto Adrien Begrand, do PopMatters, disse canções como "Bitter Peace" e "Death's Head" "mandam para longe qualquer coisa que jovens fingidos como Slipknot criem."



O álbum foi o primeiro da banda em baixa sintonia, como apresentado na faixa, "Bitter Peace", fazendo uso do intervalo musical referido na Idade Média como Trítono ou escala ruim. Slayer se junta com o hardcore digital do grupo Atari Teenage Riot para gravar uma música para a trilha sonora do filme Spawn, intitulada "No Remorse (I Wanna Die)". A banda mais tarde prestou homenagem ao Black Sabbath com a gravação de uma cover de "Hand of Doom" para o segundo de dois álbuns de tributo, intitulado Nativity in Black II. Uma turnê mundial seguiu para dar suporte ao novo álbum, com Slayer fazendo uma aparição em 1998 no Reino Unido, no Ozzfest, juntamente com Black Sabbath, Ozzy Osbourne, Foo Fighters, Pantera, Soulfly, System of a Down, Sepultura, Fear Factory, e Therapy?.



[editar] God Hates Us All (2001–2005)

Depois de atrasos em matéria de remixagem e ilustrações, incluindo slip covers criado para cobrir o trabalho artístico original que foi considerado muito agressivo, God Hates Us All foi lançado em 11 de setembro de 2001, mesmo dia dos atentados terroristas ao World Trade Center. A banda recebeu a sua primeira indicação para o Grammy com a faixa "Disciple", embora o Grammy tenha premiado Tool, por "Schism". O atentado de 11 de setembro contra a América comprometeu a turnê européia de 2001, Tattoo the Planet, que inicialmente estava previsto apresentações de Pantera, Static X, Biohazard e Vision of Desorder. Datas foram canceladas ou adiadas devido às restrições de vôo, com a maioria das bandas decidindo por se retirar, deixando Slayer e Static X remanescentes para a parte européia da turnê. Pantera, Vision of Disorder, Biohazard e foram substituídos por Cradle of Filth e outras bandas dependendo da localização; Amorphis, In Flames, Moonspell, Children of Bodom, e Necrodeath. Na data da turnê em Birmingham, Inglaterra, somente se apresentaram Slayer, Biohazard, Cradle of Filth e Raging Speedhorn. O baterista Bostaph deixou o Slayer antes do Natal, em 2001, devido a uma lesão crônica no cotovelo que iria dificultar a sua capacidade de tocar. A turnê God Hates Us All, do Slayer estava inacabada, então King contatou o baterista original Lombardo, e perguntou se ele gostaria de terminar o resto da turnê. Lombardo aceitou a oferta, e ficou como membro permanente.



Slayer excursionou tocando o Reign in Blood na sua totalidade durante toda a primavera de 2003, sob o banner da turnê Still Reigning. Quando tocou o final de sua música "Raining Blood" a banda foi banhada por uma chuva de sangue falso. A filmagem disto foi gravada no Augusta Civic Center, em Augusta, Maine, em 11 de julho de 2004, e lançado no mesmo ano como o DVD Still Reigning. A banda também lançou War at Warfield e um box, Soundtrack to the Apocalypse, com raridades, CDs e DVDs com apresentações ao vivo e várias produtos da banda.



De 2002 até 2004 a banda realizou mais de 250 datas da turnê, liderando grandes festivais musicais incluindo H82k2, Summer Tour, Ozzfest 2004, o Download Festival e uma turnê européia com o Slipknot. Enquanto se preparava para o Download Festival, na Inglaterra, o baterista do Metallica, Lars Ulrich, foi levado para o hospital com uma misteriosa doença, e ficou impossibilitado de tocar. O vocalista do Metallica, James Hetfield procurou por voluntários no último minuto, para substituir Ulrich, e acabou optando tanto por Lombardo como pelo baterista do Slipknot, Joey Jordison, com Lombardo tocando as canções "Battery" e "The Four Horsemen."



[editar] Christ Illusion (2006-2008)

O álbum Christ Illusion estava inicialmente previsto para lançamento em 6 de junho de 2006, e seria o primeiro álbum com o baterista original Lombardo desde Seasons in the Abyss, de 1990. No entanto, a banda decidiu adiar o lançamento do registro por que eles não queriam estar entre os muitos, de acordo com King, "semi-idiotas, bandas perdedoras estúpidas fudidas" lançou a gravação em 6 de junho, embora o jornal USA Today tenha relatado que a ideia foi frustrada porque a banda não conseguiu garantir tempo suficiente no estúdio de gravação. Em vez disso, o Slayer lançou Eternal Pyre, em 6 de junho, como um EP em edição limitada. Eternal Pyre apresentava a canção "Cult", uma apresentação ao vivo de "War Ensemble", na Alemanha, imagens de um vídeo da banda gravando "Cult", e um vídeo de cinco minutos uma fã do Slayer talhando o nome da banda em seu antebraço. Cinco mil exemplares foram distribuídos e vendidos exclusivamente através da cadeia de lojas Hot Topic, e vendido em poucas horas do lançamento. Em 30 de junho, a gravadora Nuclear Blast lançou um vinil de 7 com uma figura ilustrada como versão limitada a um milhar de exemplares.



Christ Illusion foi lançado em 8 de agosto de 2006, e estreou em 5º lugar no Billboard 200, vendendo mais de 62.000 cópias em sua primeira semana. O álbum foi a posição mais alta do Slayer, melhorando a sua melhor posição anterior com o álbum Divine Intervention, que tinha estreado em 8°. No entanto, apesar do seu elevado posicionamento, o álbum caiu para # 44 na semana seguinte. Três semanas após o lançamento do álbum o Slayer entrou para o Hall da Fama da revista Kerrang! pela sua influência para a cena heavy metal.



A turnê mundial chamada The Unholy Alliance, foi realizada para promover o novo álbum. A turnê de lançamento foi inicialmente marcada para 6 de junho, mas foi adiada para 10 de junho pois Araya tinha de ser submetido a uma cirurgia na vesícula biliar. Bandas como In Flames, Mastodon, Children of Bodom, Lamb of God e Thine Eyes Bleed (com o irmão de Araya, Johnny) acompanharam o Slayer. A turnê fez o seu caminho através da Europa e América, e as bandas que participaram, além de Thine Eyes Bleed, reunido para se apresentar no Loud Park Festival, no Japão, em 15 de outubro de 2006.



O vídeo para o primeiro single do álbum, "Eyes of Insane", foi lançado em 30 de outubro de 2006. A faixa foi apresentada na trilha sonora do filme Saw III (em português Jogos Mortais 3), e ganhou um prêmio Grammy pela "Melhor Desempenho de Metal" no 49º Grammy Awards, apesar da banda não poder comparecer devido às obrigações da turnê. Uma semana depois, a banda visitou o 52º Esquadrão de Serviços localizado na Base da Força Aérea dos EUA em Spangdahlem, na Alemanha para cumprir e desempenhar um show. Esta foi à primeira visita da banda em uma base militar. A banda fez sua primeira aparição em uma rede de televisão no programa Jimmy Kimmel Live!, em 19 de janeiro, tocando a canção "Eyes of Insane", e mais quatro canções para fãs após o show (apesar da filmagem de "Jihad" tenha sido cortada devido a seus temas líricos controversos). O Slayer excursionou na Austrália e na Nova Zelândia, com o Mastodon, em abril, e apareceu no Download Festival, Rock Am Ring, e uma turnê de verão com Marilyn Manson e Bleeding Through.



A banda lançou uma edição especial de Christ Illusion que apresentava uma nova arte na capa e uma faixa bônus, "Final Six", que lhe rendeu um prêmio Grammy pelo "Melhor Desempenho de Metal". Esta é a segunda premiação consecutiva da banda nesta categoria. Em uma entrevista com a revista Worcester, Araya esta incerto sobre o futuro da banda, e que ele não consegue se ver continuando a carreira com mais idade. Araya também declarou que, quando a banda finalizar sua próxima gravação, que será a última em seu contrato, a banda teria de "sentar e discutir o futuro". Em uma entrevista com Yebo TV, Hanneman afirmou que já começou escrevendo três canções para o próximo álbum. O autor Joel McIver está adicionando os retoques finais a uma biografia sobre o Slayer de 400 páginas intitulada The Bloody Reign of Slayer, que estará disponível em junho de 2008.



[editar] World Painted Blood (2009-atualmente)

O Slayer lançou mundialmente no dia 2 de Novembro de 2009, seu 10º álbum de estúdio, World Painted Blood, produzido por Rick Rubin, o mesmo que trabalhou no último disco do Metallica em 2008. Em Maio de 2009, Kerry King disse do álbum: "Eu acho que este tem um pouco de tudo - mais do que qualquer coisa que nós fizemos desde Seasons. Então, eu imagino que as pessoas o vão comparar com esse".



[editar] Membros

[editar] Formação atual

Tom Araya – baixo, vocal (1981–atualmente)

Kerry King – guitarra (1981–atualmente)

Jeff Hanneman – guitarra (1981–atualmente)

Dave Lombardo – bateria (1981–1986, 1987–1992, 2002–atualmente)

[editar] Ex-membros

Paul Bostaph – bateria (1992–1996, 1997–2001)

Jon Dette – bateria (1996–1997)

Tony Scaglione – bateria (1986–1987)

[editar] Cronologia



[editar] Discografia

Ver página anexa: Discografia de Slayer

Álbuns de estúdio

Show No Mercy (1983)

Hell Awaits (1985)

Reign in Blood (1986)

South of Heaven (1988)

Seasons in the Abyss (1990)

Divine Intervention (1994)

Undisputed Attitude (1996)

Diabolus in Musica (1998)

God Hates Us All (2001)

Christ Illusion (2006)

World Painted Blood (2009)

Notas e Referências

1.↑ Lee, Cosmo (7 de maio de 2007). Get Thrashed: The Story of Thrash Metal - Movie Review (em inglês). Stylus Magazine. Página visitada em 29 de abril de 2009.

2.↑ Davis, Brian (26 de Julho de 2004). Interview with Slayer guitarist Jeff Hanneman (em inglês). Knac.com. Página visitada em 18 de Agosto de 2008.

3.↑ Drummers: Dave Lombardo (em inglês). Drummerworld. Página visitada em 21 de Agosto de 2008.

4.↑ Huey, Steve. Slayer > Biography (em inglês). allmusic. Página visitada em 21 de Agosto de 2008.

5.↑ The Dragonslayer myth, Christ Illusion, previous albums (em inglês). FaceCulture (18 de Outubro de 2007). Página visitada em 18 de Agosto de 2008.

6.↑ German, Eric (20 de Julho de 2007). Interview with Brian Slagel (em inglês). metalupdate.com. Página visitada em 18 de Agosto de 2008.





                                                                                                                                              Arch Enemy é uma banda sueca de death metal com influências de thrash metal, formada em 1995. Tem uma distinção das outras bandas do gênero, por ter uma mulher como vocalista, o que é muito raro nas bandas de death metal, já que o vocal é gutural.




O Arch Enemy é uma das principais bandas deste subgênero do heavy metal que se convencionou chamar de 'death metal melódico', em virtude principalmente de elementos melódicos provenientes do heavy metal tradicional, do power metal, do heavy rock e até mesmo do hard rock dos anos 70 e 80. Neste sentido, uma das características principais do Arch Enemy são os riffs de guitarra compostos por Michael Amott, que são ao mesmo tempo pesados e melódicos.



Michael Amott era um dos integrantes do Carcass quando do lançamento do álbum Heartwork, de 1993, considerado o precursor do que seria mais tarde chamado de death metal melódico. Michael Amott também já foi integrante das bandas Carnage e Candlemass, e, actualmente, além do Arch Enemy, ele tem uma banda paralela chamada Spiritual Beggars, cujo som é baseado nas bandas de heavy rock dos anos 70, principalmente Deep Purple, Mountain e Captain Beyond; as influências de Black Sabbath da fase de meados e final dos anos 70 também são latentes nos álbuns do Spiritual Beggars.



Índice [esconder]

1 História

1.1 Primórdios e o álbum Black Earth (1996-1997)

1.2 Stigmata, Burning Bridges e Gossow (1998-2000)

1.3 Wages of Sin e Anthems of Rebellion (2001-2003)

1.4 Doomsday Machine (2004-2006)

1.5 Rise of the Tyrant

2 Integrantes

2.1 Ex-integrantes

3 Discografia

3.1 Álbuns de estúdio

3.2 Álbuns ao vivo

3.3 EPs

3.4 Compactos

4 Ligações externas

5 Referências



[editar] História

[editar] Primórdios e o álbum Black Earth (1996-1997)

Arch Enemy, a ideia de um novo projeto de Michael Amott (Carcass, Carnage e Spiritual Beggars) foi originalmente formada quando o mesmo deixou o Carcass. Os guitarristas Michael Amott e seu irmão mais novo Christopher Amott (Armageddon) se juntaram com o vocalista Johan Liiva (ex-Carnage, Furbowl, Furbowl
Devourment) e com o baterista Daniel Erlandsson (Eucharist) no que Michael Amott chamou de “uma tentativa de mesclar melodia com agressão e técnica”.



O primeiro álbum da banda, intitulado Black Down Man , foi lançado pela já falida Wrong Again Records em 1996. O álbum obteve um certo sucesso no Japão, tendo uma certa divulgação do primeiro single “Bury Me an Angeling” na MTV, como também um certo sucesso na Suécia. A essa altura, o Arch Enemy era mais um “projeto solo” do que uma banda: Michael escrevia todas as músicas, e também tocava baixo nas gravações, ao contrário do que era divulgado no álbum, que tinha o vocalista Johan Liiva como o baixista. Michael Amott revelou, mais tarde, que ele teria divulgado a formação com Johan Liiva no baixo para deixar o Arch Enemy com uma aparência de uma “verdadeira banda”. Muitos consideram esse álbum o mais agressivo da banda, um traço que foi sofisticado com o passar do tempo, mas nunca abandonado.



[editar] Stigmata, Burning Bridges e Gossow (1998-2000)

Após o lançamento do álbum Black Earth, a banda mudou de selo, assinando contrato com a Century Media. Em 1998, a banda lançou o álbum Stigmata, com novos integrantes, sendo eles o baixista Martin Bengtsson e o baterista Peter Wildoer. Esse álbum obteve um público e atenção maiores, ganhando popularidade na Europa e também na América. Esse também foi o primeiro álbum da banda lançado mundialmente.



Em 1999, mudança na formação. Sharlee D’Angelo substitui Martin Bengtsson e também sai o baterista Peter Wildoer, sendo substituído por, novamente na banda, Daniel Erlandsson, como membro oficial dessa vez. Burning Bridges, o terceiro álbum de estúdio da banda, foi lançado, já seguido do Burning Japan Live 1999, álbum ao vivo, primordialmente lançado somente no Japão, mas, a pedido dos fãs, teve também seu lançamento mundial. Durante a tour do Burning Bridges, Sharlee D’Angelo foi, temporariamente, substituído por Dick Lövgren (Meshuggah, ex-Armageddon) e depois por Roger Nilsson (ex-Spiritual Beggars, Firebird, The Quill). O álbum Burning Bridges marcou uma mudança no som da banda, com a opção, agora, de um som mais melódico, mantendo, ainda assim, o som pesado do Death Metal dos dois primeiros álbuns.



Em novembro de 2000, o vocalista Johan Liiva foi convidado a sair da banda, pois, segundo Michael Amott, a mesma precisava de um frontman mais dinâmico, e Liiva não tinha uma performance satisfatória, condizente com o resto da banda.[1] Liiva foi substituído, sem muita demora, pela jornalista alemã e vocalista de death metal Angela Gossow, que havia entregue uma fita demo para Christopher Amott no começo do mesmo ano numa entrevista que Angela fez com Christopher. Gossow provou ser uma competente cantora e foi bem recebida pela maioria dos fãs.



[editar] Wages of Sin e Anthems of Rebellion (2001-2003)

O primeiro álbum lançado com Gossow no vocal foi o Wages of Sin, lançado em 2001. Em dezembro do mesmo ano, a banda participou do concerto “Japan’s Beast Feast 2002”, tocando ao lado de Slayer e Motörhead.



Anthems of Rebellion, segundo álbum com Gossow, foi lançado em 2003 e trouxe algumas inovações, como um segundo vocal cantando em harmonia com o de Gossow, como nas faixas “End of the Line” e “Dehumanization”. Em novembro do ano seguinte, 2004, a banda lançou o EP Dead Eyes See No Future



[editar] Doomsday Machine (2004-2006)

Em junho de 2005, a banda terminou a gravação do sexto álbum, Doomsday Machine. Em julho do mesmo ano, o guitarrista Christopher Amott deixou a banda para focar-se na sua vida pessoal. Foi substituído temporariamente pelo guitarrista Gus G. (ex-Dream Evil, Firewind), e depois por Fredrik Åkesson em setembro de 2005. Christopher retornou, permanentemente, em março de 2007, um pouco antes da banda entrar novamente nos estúdios para a gravação do novo álbum com o produtor Fredrik Nordström (que produziu álbuns de bandas como In Flames e Soilwork)).[2] Åkesson saiu para se tornar o guitarrista solo da banda Opeth, em maio de 2007. O primeiro álbum, Black Earth, foi relançado em 24 de abril de 2007, com Liiva no vocal.



[editar] Rise of the Tyrant

O sétimo álbum da banda, intitulado Rise of the Tyrant, foi lançado em 24 de setembro de 2007 na Europa e no dia seguinte nos EUA. Rise of the Tyrant ficou em 84º lugar no Billboard 200, ultrapassando o álbum Doomsday Machine, que ficou mais abaixo na parada, fazendo maior publicidade da banda. Gossow comentou que o álbum tem mais emoção e menos vocais duplos, como também menos processamento vocal, deixando o álbum mais "cru".[3]



A banda tocou no Bloodstock Open Air Festival em agosto de 2007, com Sabbat e In Flames, com o festival sendo comandado pela banda Lacuna Coil. Finntroll e a banda costa-riquenha Sight of Emptiness estavam entre as bandas do festival.[4] Depois, o Arch Enemy tocou na tour Black Crusade, no final de 2007, com as bandas Machine Head, Trivium, DragonForce e Shadows Fall. Com isso, Michael Amott comentou no site da banda que “esse será o primeiro show na Europa após o lançamento do nosso novo álbum”.



Em março de 2008, a banda teve um show filmado, em Tóquio, Japão para o DVD ao vivo “Tyrants of the Rising Sun”.[5] Também participaram da turnê Defenders of the Faith em abril de 2008 com Opeth e DevilDriver, enquanto 3 Inches of Blood abria os shows para eles. Depois, mais uma turnê, a Tyranny and Bloodshred, em maio de 2008, dessa vez com Dark Tranquillity, Divine Heresy e Firewind, a última como suporte.



Mais tarde, em setembro de 2008, o guitarrista Michael Amott anunciou que a gravação da bateria pro novo álbum estaria quase completa. O álbum teria 12 músicas regravadas da época em que Gossow ainda não era a vocalista, com material pré-datando Sharlee como o baixista. Em 06 de março de 2009, a banda tocou no festival anual Dubai Desert Rock Festival, com as bandas Opeth, Chimaira e Motörhead.[6][7][8]



[editar] Integrantes

Angela Gossow - Vocal

Daniel Erlandsson - Bateria

Michael Amott - Guitarra / Backing Vocals

Christopher Amott - Guitarra / Backing Vocals

Sharlee D'Angelo - Baixo

[editar] Ex-integrantes

Johan Liiva - Vocal (1996–2001)

Martin Bengtsson - Baixo (1997−1998)

Peter Wildoer - Bateria (1997−1998)

Michael San Pablo - Bateria (1998-2000)

Fredrik Åkesson - Guitarra (2005-2007)

[editar] Discografia

[editar] Álbuns de estúdio

Black Earth (1996)

Stigmata (1998)

Burning Bridges (1999)

Wages of Sin (2001)

Anthems Of Rebellion (2003)

Doomsday Machine (2005)

Rise Of The Tyrant (2007)

Manifesto of Arch Enemy (2009)

The Root Of All The Evil (2009)

[editar] Álbuns ao vivo

Burning Japan Live 1999 (2000)

Live Apocalypse (2006)

Tyrants Of The Rising Sun - Live In Japan (2009)

[editar] EPs

Burning Angel (2002)

Dead Eyes See No Future (2004)

Revolution Begins (2007)

[editar] Compactos

Revolution Begins (2008)

[editar] Ligações externas

O Wikimedia Commons possui multimedia sobre Arch EnemySite brasileiro do Arch Enemy (em português)

Site oficial do Arch Enemy (em inglês)

Arch Enemy (em inglês) no MySpace

Arch Enemy (em inglês) no Encyclopaedia Metallum
Metallica é uma banda Norte-Americana de Thrash Metal formada em 1981, na cidade de Los Angeles, Califórnia. Fundada quando o baterista Lars Ulrich colocou um anúncio no jornal Recycler, de Los Angeles. A formação original do Metallica consistia de Ulrich na bateria, guitarrista e vocalista James Hetfield, guitarrista Dave Mustaine e baixista Ron McGovney. Estes dois últimos foram mais tarde substituídos da banda, em favor de Kirk Hammett e Cliff Burton, respectivamente. Em setembro de 1986, o ônibus de turnê da banda perdeu o controle e capotou, o que resultou em Burton sendo esmagado sob o ônibus e morrendo. Jason Newsted o substituiu menos de dois meses depois. Newsted deixou a banda em 2001 e foi substituído por Robert Trujillo, em 2003.
Os primeiros lançamentos do Metallica incluíam andamentos rápidos, instrumentais e musicalidade agressiva que os tornou como um dos "Big Four" do subgênero thrash metal juntamente com Slayer, Megadeth a Anthrax. A banda ganhou uma crescente base de fãs na comunidade de música underground, e alguns críticos dizem que o lançamento de 1986 Master of Puppets é um dos álbuns de thrash metal mais influentes e "pesados". A banda alcançou um substancial sucesso comercial com o seu álbum auto-intitulado de 1991, que estreou em primeiro lugar na Billboard 200. Alguns críticos e fãs acreditavam que o estilo musical da banda mudou de sentido apelando para o público mainstream. Com o lançamento de Load em 1996, Metallica distanciou-se de seus lançamentos anteriores, sendo descrito como "uma abordagem quase rock alternativo", e a banda enfrentou acusações de "tornar-se comercial".
Em 2000, os Metallica estiveram entre os vários artistas que apresentaram uma ação judicial contra a Napster por compartilhar materiais protegidos por direitos de autor livremente sem o consentimento dos membros da banda.[1] A resolução foi tomada, e Napster se tornou um serviço de uso pago. Apesar de atingir o primeiro lugar na Billboard 200, o lançamento de St. Anger em 2003 desapontou alguns críticos e fãs com a exclusão de solos de guitarra, bem como o "aço-auscultação" da caixa. Um filme intitulado Some Kind of Monster foi lançado em 2004, documentando o processo de gravação de St. Anger.
Metallica já lançou nove álbuns de estúdio, dois álbuns ao vivo, dois extended plays, uma coletânea, vinte e dois videoclipes, quarenta e quatro singles e finalizou o trabalho em seu nono álbum de estúdio, Death Magnetic. A banda tornou-se um dos mais influentes e bem sucedidos comercialmente grupos de heavy metal. Com mais de 100 milhões de registros vendidos em todo o mundo, incluindo 57 milhões nos Estados Unidos, a banda já ganhou nove Grammy Awards, e teve cinco álbuns em primeiro lugar na Billboard 200.[2] O álbum de 1991, Metallica, já vendeu mais de 22 milhões de cópias, o que o torna o 25º álbum mais vendido nos Estados Unidos.[3]

Índice

[esconder]

[editar] História

[editar] Primórdios (1981–1983)

O Metallica foi formado em Los Angeles, Califórnia, no início de 1981 quando o baterista Lars Ulrich colocou um anúncio num jornal de Los Angeles—The Recycler—que dizia "Baterista à procura de outros músicos de metal para jam com Tygers of Pan Tang, Diamond Head e Iron Maiden".[4] Os guitarristas James Hetfield e Hugh Tanner de Leather Charm responderam ao anúncio. Embora ele não tivesse formado uma banda, Ulrich perguntou para o fundador da Metal Blade Records Brian Slagel se ele podia gravar uma canção para a próxima compilação da gravadora intitulada Metal Massacre. Slagel aceitou e Ulrich recrutou Hetfield para cantar e tocar guitarra.[4]
Ulrich conversou com seu amigo Ron Quintana, que estava criando nomes para um fanzine. Quintana tinha proposto os nomes Metal Mania e Metallica. Ulrich utilizou Metallica para o nome de sua banda. Um segundo anúncio foi colocado no The Recycler para a posição de guitarrista solo. Dave Mustaine respondeu, e depois de verem seu equipamento caro de guitarra, Ulrich e Hetfield o recrutaram. No início de 1982, o Metallica gravou a primeira canção de sua autoria, "Hit the Lights", para a compilação Metal Massacre I. Hetfield tocou baixo na canção e Lloyd Grant foi creditado como o autor de um solo de guitarra.[4] Lançado em 14 de Junho de 1982, a primeira prensagem de Metal Massacre I listou incorretamente a banda como "Mettallica". Apesar de indignado pelo erro, o Metallica conseguiu criar suficiente "buzz" com a canção, e a banda fez seu primeiro concerto ao vivo em 14 de Março de 1982, na Radio City em Anaheim, Califórnia com o novo baixista Ron McGovney.[5] O Metallica gravou sua primeira demo, intitulada No Life ´Til Leather, um nome inspirado pelos primeiros cartões de visita de Quintana, no início de 1982. No Outono de 1982, Ulrich e Hetfield assistiram a um show na casa noturna Whisky a Go Go em que apresentou o baixista Cliff Burton em uma banda chamada Trauma. Os dois ficaram impressionados por Burton utilizar um pedal wah-wah e o convidaram para se juntar ao Metallica. Hetfield e Mustaine queriam McGovney fora da banda porque achavam que ele "não contribuia em nada, apenas seguia."[6] Embora Burton tenha inicialmente recusado a oferta, no final daquele ano ele a aceitou com a condição da banda mover-se para San Francisco. A primeira apresentação ao vivo do Metallica com Burton foi na casa noturna The Stone em Março de 1983, e a primeira gravação com Burton foi a demo Megaforce, de 1983.[6]
O Metallica estava pronto para gravar seu álbum de estreia. Porém, quando a Metal Blade se mostrou incapaz de financiá-lo, a banda começou a buscar outras opções. O promotor de concertos Johnny "Z" Zazula, que tinha ouvido a demo No Life 'til Leather, de 1982, ofereceu-se para mediar um acordo de gravação entre o Metallica com as gravadoras de Nova Iorque. Depois de não despertar nenhum interesse de várias gravadoras, Zazula emprestou dinheiro para financiar o orçamento da gravação e assinou com o Metallica para a sua própria gravadora, Megaforce Records. Os membros da banda decidiram expulsar Mustaine devido às drogas, abuso de álcool e comportamento violento. O guitarrista Kirk Hammett do Exodus voou para substituir Mustaine na mesma tarde. O primeiro show do Metallica com Hammett foi em 16 de Abril de 1983, na casa noturna The Showplace em Dover, Nova Jérsei.[6]
Mustaine manifestou o seu desagrado por Hammett em entrevistas. Ele disse: "Hammett roubou meu trabalho, mas pelo menos eu transei com sua namorada antes dele tomar o meu trabalho — como eu gosto, Kirk!" Mustaine foi "passado para trás" porque ele acredita que Hammett se tornou popular ao tocar músicas de sua autoria.

[editar] Kill 'Em All e Ride the Lightning (1983–1984)

Em 1983, Metallica viajou para Rochester, Nova Iorque para gravar seu primeiro álbum, que teria o título provisório de Metal Up Your Ass, produzido por Paul Curcio. Devido a conflitos com a gravadora da banda e os distribuidores se recusarem a lançar um álbum com esse título, ele foi renomeado Kill 'Em All. Lançado pela Megaforce Records nos EUA e Music for Nations na Europa, o álbum culminou no número 120 da Billboard 200.[7] A banda embarcou com Raven na turnê Kill 'Em All for One para apoiar o lançamento.[8] Em Fevereiro de 1984, o Metallica apoiou a banda inglesaVenom na turnê Seven Dates of Hell, onde eles tocaram para 7,000 pessoas no Aardschok Festival em Zwolle, Países Baixos.[9]
O Metallica gravou seu segundo álbum de estúdio, Ride the Lightning, no estúdio Sweet Silence em Copenhague, Dinamarca. Lançado em agosto de 1984, o álbum culminou no número 100 na Billboard 200.[7] Uma prensagem francesa erroneamente imprimiu a capa do álbum na cor verde, e esses poucos discos comercializados com essa capa, hoje são considerados itens de coleção. O álbum inclui canções como "For Whom the Bell Tolls", "Creeping Death" (que narra a história bíblica do êxodo de escravidão dos hebreus no Egito, incidindo sobre as diversas pragas que foram visitados com os egípcios), a balada "Fade to Black" (que versa sobre depressão e suicídio) e a instrumental "The Call of Ktulu". Mustaine recebeu credito como letrista para "Ride the Lightning" e co-autor na instrumental "The Call of Ktulu".[9]

[editar] Master of Puppets (1984–1986)


Turnê Damage Inc. em 1986
O diretor de A&R da Elektra Records Michael Alago, e co-fundador do Q-Prime Management Cliff Burnstein, assistiu um concerto do Metallica em setembro de 1984. Impressionado com o que viu, ele contratou o Metallica para a Elektra Records, e fez a banda de um cliente da Q-Prime Management.[10] O crescente sucesso do Metallica foi tal que a gravadora britânica Music for Nations emitiu uma edição limitada do EP Creeping Death, que vendeu 40.000 exemplares como uma importação nos EUA. Duas das três canções do registro (versões cover de Diamond Head "Am I Evil?", e de Blitzkrieg "Blitzkrieg") apareceram no relançamento de Kill 'Em All em 1989 pela Elektra Records.[11] O Metallica embarcou na sua primeira grande turnê Europeia com Tank a uma audiência média de 1.300 pessoas. Retornando para os EUA, marcou uma turnê co-headlining com W.A.S.P. e suporte de Armored Saint. Metallica fez seu maior show até então no festival Monsters of Rock em 17 de agosto de 1985, com Bon Jovi e Ratt em Donington Park, na Inglaterra, tocando na frente de 70.000 pessoas. Um show em Oakland, Califórnia no festival Days on the Green viram a banda tocar em frente a uma multidão de 60.000 pessoas.[10]
O terceiro álbum de estúdio do Metallica, Master of Puppets foi gravado no Sweet Silence Studios, e foi lançado em março de 1986. O álbum culminou no número 29 na Billboard 200, e permaneceu durante 72 semanas na parada.[12] O álbum foi o primeiro da banda a ser certificado como disco de ouro em 4 de novembro de 1986, e foi certificado seis vezes platina em 2003.[3] Steve Huey de Allmusic considerou o álbum "a maior realização da banda".[13] Na sequência do lançamento do álbum, Metallica apoiou Ozzy Osbourne numa turnê nos EUA.[10] Hetfield quebrou seu pulso andando de skate e continuou a turnê apenas cantando, com o técnico de guitarra John Marshall tocando a guitarra base.[14]

[editar] Morte de Cliff Burton (1986–1987)


Um memorial para Burton, em Ljungby, Suécia
Em 27 de setembro de 1986, durante a parte europeia da turnê Damage Inc., Cliff Burton faleceu perto de Ljungby, Suécia (em uma viagem entre Estocolmo e Copenhague) quando o ônibus da turnê deslizou na rodovia congelada e tombou.[15][16] A morte de Burton resultou em questionamentos sobre o futuro da banda. Por fim os três membros remanescentes decidiram continuar o trabalho, e com o apoio da família de Burton começaram a busca por um substituto. A canção "To Live is to Die" foi gravada posteriormente em homenagem a Burton. Na música podem ser ouvidas frases na voz de Burton: "Quando um homem conta uma mentira ele mata alguma parte do mundo. Estas são as pálidas mortes com que homens desperdiçam suas vidas. Isso tudo eu não posso mais suportar, presenciar. O reino da salvação não pode me levar para casa?". O corpo de Cliff foi cremado e as cinzas lançadas em Maxwell Ranch. Na cerimónia, foi tocada a música "Orion" (um instrumental) do álbum "Master of Puppets". O Metallica tocou esta música em um medley em 1992 em San Diego na Califórnia junto com outras músicas, entre elas "My Friend of Misery" e citações a "(Anesthesia) Pulling Teeth" do álbum Kill 'Em All por várias distorções de baixo entre um solo e outro.
A partir das audições para a escolha de um novo baixista estava Les Claypool (da banda Primus), um amigo de infância de Hammett. A banda gostou do baixista, mas considerava seu estilo muito diferente do estilo do Metallica. O convite foi feito a Jason Newsted. Jason reuniu-se à banda oficialmente em 28 de outubro de 1986, três semanas após o funeral de Burton. A turnê foi terminada nos primeiros meses do ano seguinte. Em julho de 1987 gravaram The $5.98 E.P.: Garage Days Re-Revisited para testar um novo estúdio que eles haviam construído e para mostrar ao Mundo o talento de Newsted.

[editar] …And Justice for All (1988–1990)

...And Justice for All foi lançado em 1988, o primeiro de estúdio desde a morte de Burton. Ele teve grande sucesso comercial, atingindo a sexta posição da Billboard 200, o primeiro álbum da banda a estar entre os dez primeiros.[17] Apesar de críticas, em 1989 a banda recebeu sua primeira indicação ao Grammy pelo álbum, para a categoria Melhor Desempenho de Hard Rock/Metal Vocal Ou Instrumento. Entretanto, o prêmio foi ganho pela banda Jethro Tull pelo seu álbum Crest of a Knave. O resultado gerou muita controvérsia, pois a banda realmente esperava ganhar o prêmio e já estava na saída dos fundos do palco esperando ser chamada, logo após ter apresentado a canção "One". Os integrantes do Jethro Tull (por muitos a banda não é considerada nem mesmo de hard rock e metal) não haviam nem mesmo ido à cerimônia, assumindo que sua chance de ganhar o prêmio era ínfima.
Seguido do lançamento de …And Justice for All, O Metallica firmou pela primeira vez seu compromisso com a grande mídia da música com seu primeiro vídeo musical para a canção "One". A banda apresentou a canção em um depósito abandonado, e o vídeo foi remixado com cenas de uma versão do filme Johnny Got His Gun. Ao invés de organizar um acordo de licença para apresentar cenas do filme, a banda simplesmente comprou os direitos da obra. O vídeo foi enviado à MTV, com uma versão alternativa somente com a banda tocando, caso a emissora não aceitasse a versão original. Apesar de sua duração longa, a MTV aceitou o vídeo, e ambas as versões passaram a ser apresentadas.[18]

[editar] Metallica (1990–1993)

Em 1991, o Metallica lançou o álbum homônimo Metallica (popularmente conhecido como The Black Album ou O Álbum Preto), que inclui canções como "Nothing Else Matters", "Enter Sandman", "Sad But True," "The Unforgiven" "Holier Than Thou", "Wherever I May Roam" e "Of Wolf And Man". A gravação foi co-produzida com Bob Rock, que já havia trabalhado com bandas de hard rock como The Cult, Bon Jovi e Mötley Crüe. O álbum possui uma capa toda preta com uma imagem pálida de uma cobra em um dos cantos, com o nome da banda no canto oposto. As sessões de gravação tornaram-se um processo longo e árduo, durando mais de um ano devido a conflitos entre os integrantes e argumentos com Rock sobre a direção do álbum, escopo e som. O custo de gravação superou um milhão de dólares. Entretanto, apesar da batalha para seu término, o álbum tornou-se o lançamento mais bem sucedido da banda, atingindo o topo da Billboard.[19]
O primeiro single de Metallica foi "Enter Sandman", mostrando um estilo de música mais lento que trabalhos anteriores da banda. Devido ao novo estilo do som, mais alegações sobre uma "banda vendida" foram direcionados ao Metallica através da década de 1990. Em 1992, durante uma turnê muito bem sucedida financeiramente com o Guns N' Roses, Hetfield sofreu severas queimaduras de segundo e terceiro grau devido a pirotecnia durante a abertura de "Fade to Black", impedindo-o de tocar guitarra por uma período da turnê. O roadie da banda e guitarrista do Metal Church John Marshall preencheu a posição da guitarra de Hetfield durante esse período.

[editar] Load, ReLoad e Garage Inc. (1994–1999)

Após quase três anos de suporte ao álbum, incluindo uma apresentação no Woodstock 1994, a banda entrou em estúdio para escrever e gravar seu sexto álbum, Load. Interromperam esse período em meados de 1995 e apresentaram-se em três concertos ao ar livre, a chamada Escape from The studio Tour 1995, com bandas como Slayer, Skid Row, Slash's Snakepit, Therapy? e Corrosion of Conformity. Load foi lançado em 1996, e durante sua produção inicial a intenção era um álbum duplo. Entretanto, foi decidido que seria melhor lançar somente metade das canções primeiro, continuar o trabalho nas canções remanescente, e lançá-las no ano seguinte. Essa continuação do trabalho resultou no álbum seguinte da banda, ReLoad, de 1997.
Esses dois álbuns representaram uma significativa mudança musical para o Metallica. as melodias rápidas de heavy metal com composições sobrepostas de guitarra foram substituídas por melodias de blues e guitarra havaiana. Suas vendas foram inferiores às vendas dos três álbuns anteriores.
Em 1998 foi lançada a compilação Garage Inc., que consistia em um álbum duplo. O primeiro CD contém gravações inéditas de covers de bandas como Killing Joke, The Misfits, Thin Lizzy, Mercyful Fate, Black Sabbath, Nick Cave e Bob Seger. O segundo CD contém gravações antigas de covers, incluindo o EP The $5.98 E.P.: Garage Days Re-Revisited.
Em 7 de março de 1999 a banda foi indicada à calçada da fama de San Francisco. O então prefeito da cidade Willie Brown, proclamou aquele como sendo o "Dia Oficial do Metallica" em San Francisco. Um mês depois em 21 e 22 de abril, a banda gravou duas apresentações com a San Francisco Symphony Orchestra, na época conduzidas por Michael Kamen. Kamen, que já havia trabalhado com Bob Rock em "Nothing Else Matters", havia entrado em contato com a banda oito anos antes, logo após o lançamento do Álbum Preto, com ideias sobre a junção da música do Metallica com uma orquestra sinfônica. Kamen e sua equipe compuseram material de orquestra adicional para um número de canções da banda, e os concertos apresentaram uma seleção de canções datadas até a época de Ride the Lightning. A banda também escreveu duas novas canções com Kamen para o evento, "No Leaf Clover" e "Minus Human". A gravação de áudio e o vídeo do concerto foram lançadas em novembro de 1999 com o nome S&M, em CD, VHS, VCD e DVD.

[editar] Controvérsia do Napster (2000-2001)

Em 2000, os integrantes do Metallica descobriram que uma versão demo de sua canção "I Disappear", que era composta para ser lançada junto à trilha sonora do filme Mission: Impossible II, estava tocando nas rádios. Após descobrir a fonte de distribuição, a banda encontrou o arquivo na rede peer-to-peer de compartilhamento de arquivos do Napster, e também descobriram que todo seu catálogo foi livremente disponibilizado.[20] Foi iniciada uma ação judicial contra o Napster com Metallica deixando a ação judicial na United States District Court for the Central District of California, alegando que a Napster violou três áreas da lei: violação de direitos autorais, utilização ilegal de interface dispositivo de áudio digital, e Racketeer Influenced and Corrupt Organizations Act.[21]
Ações legais também foram iniciadas contra a Universidade de Yale, Universidade do Sul da Califórnia e Universidade de Indiana, por não bloquearem o Napster em seus campi. No ano seguinte, ambas as partes concordaram em um acordo fora dos tribunais que levou ao bloqueio de contas de utilizadores do Napster, e a banda não iniciou ações legais contra indivíduos por violação de direitos autorais.[22]

Lars liderou o caso contra Napster
Com a controvérsia sobre a validade ou não de compartilhadores de arquivo, páginas web publicavam paródias dos membros da banda. Como retaliação, Ulrich apareceu no MTV Video Music Awards de 2000, em um vídeo com o apresentador daquele ano Marlon Wayans, no qual arruinava a ideia de usar o Napster para compartilhar música. Marlon interpretava um estudante universitário sentado em seu dormitório, ouvindo a canção "I Disappear" do Metallica. Ulrich, interpretando a si próprio, aparece e pede uma explicação. Após receber a desculpa de Wayan de que usando o Napster estava somente compartilhando, Lars replicou que a ideia de Marlon sobre compartilhar era simplesmente emprestar coisas que não eram suas sem pedir. Ele chamou então a equipe de turnê da banda, que proseguiu confiscando todos os pertences de Wayan, deixando-o quase nu em um quarto vazio. O criador do Napster Shawn Fanning respondeu posteriormente à cerimônia ao apresentar um prêmio vestindo uma camiseta do Metallica com os dizeres "Eu peguei esta camisa emprestada de um amigo. Talvez, se eu gostar dela, irei comprar uma própria".[23]
O desgaste da imagem da banda junto a seu público foi grande, já que a banda iniciou sua carreira na cena underground com a troca de bootlegs de suas apresentações. Esse fato fez com que a imagem da banda, que já estava arranhada pelos dois álbuns de estúdio anteriores, ficasse ainda mais comprometida junto a seus fãs mais antigos.[24] A defesa da banda era que o Napster estava permitindo acesso livre a todo o seu catálogo e não somente os bootlegs ao vivo.

[editar] Saída de Newsted e o St. Anger (2001–2005)

Com planos de volta aos estúdios em 2001, Newsted deixou a banda em janeiro alegando que danos físicos após vários anos tocando com o grupo. Entretanto, entrevistas posteriores com Newsted e os integrantes remanescentes revelaram que o desejo de Newsted de lançar um CD e entrar em turnê com seu projeto paralelo Echobrain, e a resistência intensa de Hetfield à ideia, foi a causa primordial da saída do músico.[25] Jason também alegou que não havia espaço para ele compor porque James Hetfield "impôs" essa barreira.
Em julho de 2001, Hetfield entrou em reabilitação devido a alcoolismo e outros vícios, e por quase um ano a banda entrou em hiato. Com a volta do vocalista, a banda voltou lentamente como um trio para a composição e gravação do próximo álbum. A tarefa de tocar baixo nas sessões de gravação havia sido desempenhada pelo produtor e conhecido da banda Bob Rock. A gravação do álbum foi documentada para o filme Some Kind of Monster.
No início de 2003, seguido da gravação do álbum, o Metallica iniciou audições para a escolha de um substituto permanente para Newsted. Robert Trujillo, anteriormente do Suicidal Tendencies e da banda de Ozzy Osbourne, foi escolhido como novo baixista. Jason Newsted acabou reunindo-se com a banda de thrash metal Voivod em 2002. Acabou também substituindo Robert Trujillo na banda de Ozzy durante a turnê Ozzfest de 2003.[26]
Em junho de 2003 foi lançado o oitavo álbum de estúdio do Metallica, St. Anger, estreando na primeira posição das paradas musicais da Billboard 200.[27] Intencionalmente seco e bruto, e também desprovido quase que completamente de solos de guitarra, foi seguido de críticas do fãs. Apesar disso, o álbum ganhou o Grammy Award de 2004 para Melhor Desempenho de Metal.
Após turnês extensas divulgando o álbum na Summer Sanitarium Tour 2003 e na Madly in Anger with the World,[28] a banda entrou em hiato dos concertos e passou a maior parte de 2005 com amigos e família.

[editar] Death Magnetic (2006-2009)

Em 16 de fevereiro de 2006 a banda anunciou em sua página oficial que após um relacionamento de mais de quinze anos, o produtor musical de longa data Bob Rock não gravaria o próximo álbum de estúdio do Metallica. O grupo gravou em 2008 um álbum de estúdio com o produtor Rick Rubin,[29] que já trabalhou com outras bandas proeminentes de rock e metal como Slayer, System of a Down, Slipknot, Red Hot Chili Peppers, Rage Against the Machine e atualmente Linkin Park.
A banda esteve em Portugal a 28 de junho de 2007, na sua Sick of the Studio Tour, proporcionando um grande concerto no festival Superbock Superock, juntamente com Joe Satriani e Mastodon, onde tocaram temas poucos habituais nos seus concertos, como a instrumental "Orion" e ...And Justice for All canção que a banda já não tocava ao vivo havia dezoito anos.
Em 12 de setembro de 2008 foi lançado Death Magnetic; o álbum alcançou o topo em vários países e foi aclamado pela critíca e por boa parte dos fãs.

[editar] Volta ao Brasil - World Magnetic Tour (2010-presente)

Depois de 11 anos de ausência, o Metallica retornou ao Brasil no início de 2010 para três shows, em Porto Alegre (28 de janeiro) e São Paulo (30 e 31 de janeiro). Na primeira noite na capital paulista, o show teve todos os 68 mil ingressos vendidos, lotando o Estádio do Morumbi[30]. Nas três apresentações no Brasil, a banda tocou muitos clássicos, além de músicas do mais recente álbum Death Magnetic, de 2008. Os dois shows em São Paulo tiveram a abertura da banda brasileira Sepultura.No entanto James Hetfield disse aos porto-alegrenses que o Metallica estava pela primeira vez na cidade, sendo um eqúivoco, pois se apresentaram no Jockei Club em 1999, mas logo Kirk o corrigiu dizendo ser a segunda aparição da banda.

[editar] Membros

[editar] Formação atual

[editar] Ex-integrantes


[editar] Linha do Tempo

Linha do tempo do Metallica


fonte:http://pt.wikipedia.org/wiki/Metallica                                                
Behemoth é uma banda de Black Metal/Death Metal formada na Polônia em 1991. Liderada pelo guitarrista e vocalista Nergal, então com quinze anos de idade, o Behemoth criou uma enorme força durante a década passada como uma banda grande dentro do cenário underground do black metal. Com o passar dos anos, a banda, de uma forma bem natural, foi mudando gradativamente sua sonoridade para um som mais direcionado ao Death Metal, surpreendentemente sem perder sua identidade. A banda faz um Death Metal muito diferente do que o convencional, assim como Nile a banda faz Death Metal com elementos do oriente médio (Oriental Metal) .
Com seu som pesado e bem trabalhado, hoje o Behemoth é conhecido e admirado por muitos fãs de metal extremo em todo mundo.

Índice

[esconder]

[editar] Estilo

No começo da carreira, o Behemoth era títulado como black metal e com o passar do tempo, o Behemoth começou a mudar seu estilo lentamente para o death metal. E ainda hoje, o Behemoth é considerado uma banda de "black/death metal". Em uma entrevista , Nergal disse que o Behemoth não é mais black metal, e sim death metal, graças ao baterista Inferno que ajudou bastante a banda a redirecionar o estilo.

[editar] História

Behemoth foi formado em 1991 pelo líder, atual guitarrista e vocalista da banda Nergal pelos ex-membros : Baal (bateria) e L. Kaos (guitarra) . Que começou como um puro e primitivo black metal.
Eles lançaram o Endless Damnation, que foi o primeio trabalho da banda. Depois de algum tempo, eles lançaram o demo ...From the Pagan Vastlands que foi gravado pela Pagan Records (que foi o primeiro contrato com uma gravadora) . Após o lançamento do EP And the Forests Dream Eternally seguido do álbum Sventevith (Storming Near the Baltic a banda foi ganhando uma visão mais positiva que acabou ganhando um contrato com a gravadora Solistitium Records .
Com o lançamento do álbum Grom foi uma grande surpresa, o álbum estava muito diferente da antiga sonoridade da banda, com uso de vocais femininos, e o uso de guitarras acústicas. Pela ascensão do álbum a banda conseguiu fazer turnês pela europa entre outros lugares. Três anos depois a banda lançou um novo álbum, intitulado como Pandemonic Incantations e, foi um grande estouro da banda pelo fato da carreira da banda ser curta. O álbum lhes rendeu uma enorme turnê. A banda assinou um contrato com a gravadora italiana Avantgarde Music em 1998 .
O primeiro álbum com a colaboração da gravadora foi o Satanica (considerado o melhor álbum da banda por muitos fãns), que mudou seu estilo do black metal purista ao death metal. O álbum rendeu turnês com as banda Deicide e Satyricon, durante a tunrê, a banda sofreu alguns problemas com a formação e com a ex-gravadora, foi ai que entrou o baixista Novy e o guitarrista Havok .
O próximo álbum se chama Thelema.6, no novo álbum, a banda inovou muito mais do que os álbuns antigos: guitarras mais técnicas, bateria cada vez mais brutal e uma composição magnifica. O álbum foi o primeiro da banda a ser lançado oficialmente na Rússia e aqui no Brasil. A banda tocou nos eventos: Wacken Open Air, With Full Force, Inferno Metal Festival, Mystic Festival, e o Mind Over Matter Autumn. Eles também tocaram com as bandas Carpathian Forest e Khold seguido do evento polonês Thrash em All Fest, com Vader e Krisiun entre outros.
Em 2001, a banda se focou em compor um novo material para o sexto álbum da banda, depois de um tempo eles entraram em estúdio para gravar o álbum Zos Kia Cultus (Here And Beyond). O resultado foi impressionante, lhes garantiu muitos shows internacionais. Em fevereiro de 2003 a banda fez uma turnê pela Noruega e lá, assionu contrato com a Century Media Records, o contrato resultou uma turnê com as bandas: Deicide, Revenge, Vehemence e Amon Amarth .
E depois a banda participou de um festival com bandas como Nile e Opeth. No final de 2003 a banda sofreu mais uma mudança na formação saindo Novy e Havok. No começo de 2004 Nergal consegui com que Orion (Vesania) entrasse na banda como baixista.
Em 2004 o sétimo álbum Demigod foi lançado, com um novo integrante na banda, conhecido como Seth. O álbum ganhou uma boa crítica, gravado na Hendrix Studios . O álbum contém dois vídeos, "Conquer All" e "Slaves Shall Serve". Em 2007 a banda tocou com as bandas Napalm Death, Moonspell e Dew-Scented . No final de 2004, a banda realizou sua primeira vinda ao Brasil ao ver a emoção dos fãns, Nergal disse em uma entrevista que os shows no Brasil foram um dos melhores que já vez, e confessa ser um grande fâ da banda Krisiun.
A banda lançou seu sétimo álbum The Apostasy , (indicado o melhor álbum da banda pelo líder e vocalista Nergal) lançado em em julho de 2007 gravado em dezembro de 2006 . Em 2007, a banda tocou no Ozzfest, junto com as bandas Job for a Cowboy, Gojira e Beneath the Massacre.
Durante a gravação do álbum The Apostasy, a banda re-gravou a música "Chant for Eschaton 2000" e pretende lançá-la brevemente no próximo EP, intitulado Evangelion.
Em Agosto de 2010, a banda cancelou todas as futuras apresentações depois que o seu vocalista foi internado com uma doença até então não divulgada. Ainda em Agosto foi revelado que Nergal estava sofrendo com um tipo de leucemia. [1]

[editar] Integrantes

[editar] Atuais

[editar] Ex-integrantes

[editar] Bandas relacionadas

[editar] Discografia


Seth em concerto com a banda

[editar] Álbuns

[editar] EPs

[editar] Demos

[editar] Compilações

  • Chaotica: The Essence of the Underworld (1996)
  • Czarne Zastepy (1996)
  • Originators of the Northern Darkness (2000)
  • Tyrants from the Abyss (2002)
  • Demonica (2006) (Box especial com a remasterização das primeiras demos e algumas regravações)

[editar] Splits

[editar] Versões

[editar] Videografia

[editar] VHS

[editar] DVD

[editar] Vídeos musicais

Referências